O uso crescente de semaglutida e tirzepatida para o tratamento da obesidade está transformando o perfil dos pacientes que buscam cirurgia plástica no Brasil. Com a popularização das canetas emagrecedoras, perdas expressivas de peso em curto prazo passaram a gerar novos desafios estéticos, e a cirurgia plástica está no centro dessa transformação. Durante a Jornada Paulista de Cirurgia Plástica 2026, cirurgiões plásticos debateram como essa mudança impacta desde a indicação cirúrgica até a recuperação pós-operatória.
Medicamentos como semaglutida e tirzepatida alteraram de forma significativa o perfil de pacientes que chegam aos consultórios de cirurgia plástica. Perdas expressivas de peso em poucos meses resultam em flacidez, excesso de pele e perda de volume no abdômen, braços, coxas e mamas, demandas que impulsionam diretamente a busca por cirurgias de contorno corporal. O cirurgião plástico Dr. Flávio Mendes (SP), palestrante do tema na Jornada, destacou que esses fatores aumentam a procura por procedimentos de remodelação corporal no Brasil.
Segundo o ISAPS Global Survey 2024, o Brasil lidera globalmente em cirurgias estéticas, com 2,3 milhões de procedimentos realizados em 2024, contexto que reforça a relevância das discussões sobre flacidez pós-emagrecimento e contorno corporal no país.
Semaglutida, flacidez e excesso de pele: o que muda na indicação cirúrgica
Entre as alterações mais comuns em pacientes pós-GLP-1 estão flacidez abdominal, excesso de pele nos braços e coxas, alterações no contorno das mamas e perda de definição corporal. Na Jornada Paulista 2026, procedimentos como abdominoplastia, mastopexia e braquioplastia foram debatidos ao lado de tecnologias como radiofrequência assistida e bioestimuladores de colágeno como alternativas para diferentes graus de flacidez pós-emagrecimento.
Recuperação pós-operatória e cinta pós-cirúrgica: protocolos em debate
A recuperação pós-operatória foi tema central da Jornada. A Dra. Marina Berti conduziu sessão específica sobre novos protocolos no pós-operatório e a importância das cintas e malhas pós-cirúrgicas. O cirurgião plástico Dr. Paulo Banov reforçou o papel da compressão após cirurgia plástica:
"A compressão adequada é uma aliada importante da recuperação pós-operatória. As cintas pós-cirúrgicas ajudam a oferecer suporte aos tecidos e contribuem para o conforto do paciente durante o processo de recuperação quando utilizadas conforme orientação médica".
Pacientes com flacidez pós-semaglutida também buscam cintas modeladoras e modeladores compressivos como alternativa temporária enquanto avaliam procedimentos cirúrgicos ou estéticos.
Cinta pós-cirúrgica e contorno corporal: a Cintas MariaE no mercado brasileiro
Especializada em cintas pós-cirúrgicas e modeladores compressivos para recuperação estética e reparadora, a Cintas MariaE atua no mercado brasileiro com produtos voltados às diferentes fases do pós-operatório. Com mais de 20 anos de experiência, a marca oferece cintas para recuperação após lipoaspiração, abdominoplastia, mastopexia e outras cirurgias de contorno corporal, segmento em crescimento no Brasil, impulsionado pelo aumento das cirurgias plásticas e pela demanda gerada pelo uso de GLP-1.

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